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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Bombeiros acusados de atear fogos em Alenquer remetem-se ao silêncio em tribunal

Os dois bombeiros da corporação de Alenquer acusados de terem ateado vários fogos florestais entre 2017 e 2018 naquele concelho do distrito de Lisboa remeteram-se hoje ao silêncio no início do seu julgamento.
Os arguidos, de 21 e 24 anos, que estão em prisão preventiva, estão indiciados por crimes de incêndio florestal na forma consumada e na forma tentada.
A acusação, a que a agência Lusa teve acesso, descreve que, por razões não totalmente apuradas, os dois bombeiros decidiram atear fogos na área do concelho de Alenquer “para incrementar a ação aos fogos por parte dos Bombeiros Voluntários de Alenquer”.
Em alguns dos incêndios um dos arguidos agiu sozinho e nos restantes agiram em coautoria.
Chegados aos locais de ateamento dos fogos, “munidos de meios de ignição como isqueiros e acelerantes de combustão, como gás ou gasolina”, um dos homens permanecia ao volante da viatura, enquanto o outro se dirigia “para o alvo a incendiar, ateando-lhe fogo”.
O caso começou a ser julgado esta tarde pelo Tribunal de Loures, tendo os dois bombeiros optado por se remeter ao silêncio.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Dois bombeiros de Alenquer acusados de atear fogos começaram esta terça-feira a ser julgados

Dois bombeiros da corporação de Alenquer acusados de terem ateado vários fogos florestais entre 2017 e 2018 na área deste concelho, no distrito de Lisboa, começaram esta terça-feira a ser julgados pelo Tribunal de Loures.
A acusação do Ministério Público (MP), consultada pela agência Lusa, conta que os arguidos, de 21 e 24 anos, que estão em prisão preventiva, prestavam serviço na corporação dos Bombeiros Voluntários de Alenquer: um foi bombeiro voluntário entre 2014 e maio de 2017, mês em que passou a bombeiro profissional, enquanto o outro era bombeiro voluntário há cerca de seis anos.
A acusação descreve que, por razões não totalmente apuradas, os dois bombeiros decidiram atear fogos na área do concelho de Alenquer “para incrementar a ação aos fogos por parte dos Bombeiros Voluntários de Alenquer”. Em alguns dos incêndios um dos arguidos agiu sozinho e nos restantes agiram em coautoria.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Populares espancam ladrão no Carregado

Um homem de 47 anos foi espancado por um grupo de populares numa rua do Carregado, Alenquer, após ter sido surpreendido a roubar por esticão uma mulher. O crime ocorreu cerca das 14h00.
A vítima, uma mulher de 73 anos, gritou mal o assaltante lhe tirou a mala com bastante violência. A intervenção das testemunhas foi tão rápida que o ladrão foi rapidamente manietado e agredido com bastante violência.
A GNR de Alenquer foi entretanto chamada e a patrulha que se deslocou ao local viu o ladrão ensanguentado. Tinha um ferimento na cabeça e acabou transportado para o hospital de Vila Franca de Xira. O assaltante é de Almada e tem cadastro.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Câmara de Alenquer lança hasta pública de 1,1ME para vender antiga fábrica

A Câmara de Alenquer decidiu hoje lançar uma hasta pública para vender pelo valor mínimo de 1,1 milhões de euros a centenária fábrica de lanifícios da vila, abandonada há mais de 20 anos, para aí ser erguido um hotel.
"Houve interesse de um investidor no sentido de vir a criar um hotel e lançamos esta hasta pública, aberta a todos os investidores", afirmou o presidente da câmara, Pedro Folgado (PS), na reunião pública desta câmara do distrito de Lisboa.
A hasta pública para a fábrica da Chemina vai ser lançada pelo valor base de 1,1 milhões de euros, de acordo com a proposta, que foi aprovada por maioria, com votos contra do PSD/CDS-PP e da CDU e uma abstenção do PSD/CDS-PP.
O autarca adiantou que há necessidade de "acelerar a requalificação do edifício", já que há o risco de "qualquer dia cair" por se encontrar devoluto há 20 anos e estarem previstas obras de requalificação para o espaço público envolvente.
CDU e PSD/CDS-PP defenderam que ali fosse erguido um equipamento de utilização pública.
O imóvel vai ser alienado para aí ser erguido um hotel, que possa desenvolver o centro da vila, refere a proposta, a que a agência Lusa teve acesso.
A autarquia não possui verbas para a sua reconstrução, que "são elevadas" e seriam superiores a "quatro a cinco milhões de euros".

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Arrastão no Campera combinado na Internet

Os cerca de 30 jovens, na sua maioria oriundos da Linha de Sintra, que na quinta-feira foram intercetados pela GNR quando realizavam uma sucessão de furtos (arrastão) de material desportivo dentro de uma loja do centro comercial Campera, no Carregado, Alenquer, combinaram a incursão criminosa através da troca de mensagens em redes sociais na internet.
A intervenção da GNR, que mobilizou rapidamente 30 militares para o local, terminou com os 28 jovens ‘trancados’ no centro comercial, impedindo assim que fugissem com os bens furtados. Cinco menores foram detidos e entregues à família e 23 foram identificados.
Nas primeiras conversas mantidas com os jovens intercetados, alguns com 13 ou 14 anos, os militares da GNR de Alenquer perceberam que o arrastão já estava a ser preparado há algum tempo. A maioria dos membros do gang já se conhecia e combinou nas redes sociais ou em aplicações de telemóvel, a deslocação até ao Campera para efetivar o assalto.
Viajaram de comboio até ao Carregado para depois entrarem, todos juntos, no centro comercial, procurando consumar os crimes com a maior rapidez possível.

Atriz da SIC sofre tentativa de rapto em Alenquer

Matilde Miguel, a atriz da SIC de 17 anos, saiu da sua escola – Escola Secundária Damião de Goes – em Alenquer e dirigiu-se para o emprego da mãe, como já e habitual.
No entanto, nesse dia as coisas não decorreram com normalidade e Matilde foi atacada por um homem encapuzado, que lhe agarrou no braço e tentou agarrá-la. A menor conseguiu, no entanto, reagir, e soltar-se do agressor, escreve o Correio da Manhã.
A atriz dirigiu-se para umas bombas de gasolina para poder ligar à mãe.
A mesma publicação escreve que o caso já está a ser investigado pela Polícia Judiciária e que está a ser tratado como uma tentativa de rapto.
A queixa foi apresentada pela mãe da atriz, uma vez que esta é menor de idade. Além disso, Matilde Miguel também já terá prestado declarações às autoridades, escreve o CM.
Recorde-se que a atriz já fez parte do elenco das novelas ‘Rosa Fogo’ e ‘Coração d’Ouro’ da SIC.

Fonte: https://ionline.sapo.pt

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Aterro de pedreiras de Alenquer avança sobre convento do século XV

Um aterro utilizado para depósito de terras provenientes da exploração das pedreiras vizinhas está já muito próximo do Convento de São Julião, um imóvel com origens no século XV, actualmente integrado na Quinta de São Paulo, a Norte da vila de Alenquer. A situação está a preocupar autarcas e ambientalistas locais, que reclamam medidas para “travar” a expansão do aterro e evitar danos no edifício histórico. A Associação de Defesa do Ambiente do Concelho de Alenquer (Alambi) defende mesmo a urgente classificação do convento quatrocentista como Imóvel de Interesse Municipal. A Câmara de Alenquer garante que está a fazer uma análise técnica da situação e que vai tomar medidas.
“O património histórico de Alenquer é vasto e mal protegido. O património conventual, posto a saldo pelos liberais no século XIX, foi destruído na sua maior parte. Esperamos não vir a lamentar também a perda do que resta do convento de S. Julião”, alerta a direcção da Alambi, em carta dirigida a todos os eleitos da Câmara de Alenquer e ao presidente da Assembleia Municipal.